“Golpe das Placas”: Acusado de Estelionato no Sul da Bahia.

Vítimas relatam que Júnior Rauber recebe adiantamentos para fachadas comerciais em ACM e desaparece sem entregar o serviço; sindicato de jornalistas acompanha o caso após supostas ameaças à imprensa.
​Uma série de denúncias que circulam na região sul e extremo sul da Bahia acusa o prestador de serviços Júnior Rauber de aplicar o que está sendo chamado de o "Golpe das Placas". Clientes alegam que ele recebe valores antecipados para a fabricação e instalação de fachadas comerciais e placas em Material Composto de Alumínio (ACM), mas abandona os projetos antes da conclusão ou sequer inicia os trabalhos.
​De acordo com relatos coletados por portais de notícias da região, o modus operandi consiste em fechar parcerias para obras de fachadas de lojas e empresas. Rauber solicitaria um pagamento adiantado, justificando a necessidade de cobrir custos de produção e material. Após o recebimento da quantia, as vítimas afirmam que ele corta a comunicação, deixando de atender ligações e responder mensagens.

​Detalhes das Alegações

​O relato de denunciantes aponta um detalhe intrigante nas transações financeiras: muitos dos pagamentos teriam sido realizados em contas bancárias pertencentes à esposa de Rauber. Ela, segundo informações de clientes lesados, é médica e atua em cidades na região de Itabuna.
​Vítimas relataram que, diante do desaparecimento de Júnior Rauber, conseguiram contato através do telefone da esposa. Nessas ocasiões, o prestador teria respondido às cobranças pelo aparelho dela, porém, sem resolver a pendência ou dar prosseguimento ao serviço contratado.
​É importante ressaltar que a alegação de pagamentos feitos na conta da esposa não demonstra, por si só, o envolvimento direto dela nas supostas irregularidades da prestação de serviço.

​Histórico e Organização das Vítimas

​A denúncia que circula afirma ainda que Júnior Rauber possui um histórico de condutas semelhantes no estado de Santa Catarina, onde teria deixado um rastro de prejuízos em várias cidades antes de se mudar para a Bahia.
​Diante do número crescente de relatos, as vítimas na Bahia estão se organizando coletivamente para formalizar denúncias junto às autoridades competentes. Já existem Boletins de Ocorrência (B.O.) registrados individualmente contra ele na região.

​Reação e Pressão contra a Imprensa

​O caso ganhou repercussão após o portal Bahia na Net, do extremo sul da Bahia, reportar as acusações sobre os golpes. Segundo as informações fornecidas, Júnior Rauber teria entrado em contato com a edição do site exigindo a retirada do conteúdo do ar.
​A denúncia dá conta de que ele teria ameaçado fazer um Boletim de Ocorrência contra o editor do portal e contra a página, como se tivesse poder legal para exigir a remoção de matéria jornalística sem ordem judicial.
​Em resposta, o sindicato dos jornalistas e associações de sites de notícias já foram acionados para acompanhar de perto o caso e garantir o livre exercício da profissão. Medidas cabíveis judiciais deverão ser tomadas contra as supostas ameaças feitas à imprensa.

​Espaço para Defesa

​As acusações apresentadas representam a versão dos denunciantes e dos relatos que circulam na região, precisando ainda de apuração oficial por parte das autoridades policiais e judiciais. A existência, a quantidade e o andamento de processos em Santa Catarina e na Bahia não foram confirmados de forma independente.
​O espaço deste site permanece aberto para a manifestação oficial de Júnior Rauber e demais pessoas citadas, caso desejem apresentar suas defesas ou esclarecimentos sobre os fatos

Edcarlos Radialista Jornalista Investigativo Registro Profissional MTB nº 0063962-SP
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