_Jurista, escritor e ex-vereador, Dr. JoãoAugusto construiu uma trajetória marcada pela dedicação à Justiça, à vida pública e à família, mantendo uma forte ligação com Ibicaraí_
Nesta quarta-feira (19), completa um ano do falecimento do desembargador e escritor Dr. João Augusto Alves de Oliveira Pinto, personalidade que deixou sua marca na história jurídica e política da Bahia.
Natural de Itabuna, Dr. João Augusto viveu durante muitos anos em Ibicaraí, onde exerceu a advocacia e também ingressou na vida pública. Entre 1982 e 1986, foi vereador do município, período em que se destacou como o parlamentar mais votado da cidade. Em 1986, renunciou ao mandato para ingressar na magistratura.
Graduado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1977, e mestre pela mesma instituição, em 1996, percorreu diversas comarcas baianas como juiz de Direito, entre elas Santa Terezinha, Uruçuca, Feira de Santana, Itabuna e Santo Amaro.
Em 1994, foi promovido por merecimento para Salvador e, anos depois, em 2013, alcançou o posto de desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
Dr. João Augusto também se dedicou à produção literária na área jurídica. Em julho de 1993, publicou a obra “Advogado-Juiz: Regras Norteadoras do Relacionamento Funcional”, registrando parte de sua experiência e conhecimento no campo do Direito.
Filho do saudoso Dagmar Pires de Oliveira Pinto e da Sra. Alaíde Alves de Oliveira Pinto, era casado com a Sra. Alderica Almeida Matos de Oliveira Pinto. Deixou três filhos, todos da área jurídica: os advogados Dr. André Almeida Matos de Oliveira Pinto e Dr. Otávio Almeida Matos de Oliveira Pinto, além do Dr. Marcelo Almeida Matos de Oliveira Pinto, juiz de Direito.
Ao recordar a trajetória do primo, Márcia Pinto o define com carinho como seu “querido e estimado primo e irmão”. Para ela, Dr. João Augusto deixou como legado uma história marcada pelo espírito público, acolhimento, conhecimento jurídico e dedicação à família.
Um ano depois de sua partida, sua trajetória permanece viva na memória daqueles que conviveram com ele e acompanharam sua contribuição para a Justiça, para a vida pública e para as comunidades onde atuou.
