
Foto: @marthagraeff/Instagram
O empresário Tomas Graeff, pai da influenciadora Martha Graeff, ex-namorada de Daniel Vorcaro, publicou um recado nas redes sociais em defesa da filha, no domingo (8), Dia Internacional da Mulher. Na dedicatória, ele cita que a filha estaria sofrendo "injustiça, ódio e violência sistêmica" devido a exposição de conversas entre a influenciadora e o ex-namorado.
Os documentos foram obtidos pela Polícia Federal em meio as investigações contra a atuação de Daniel Vorcaro, a frente das transações do Banco Master, e vazados ilegalmente na última sexta-feira (6). Martha não é investigada no processo judicial.
O texto de Tomas Graeff começa com uma dedicatória à filha: "Ser pai da Martha é mais do que orgulho, é um estado de espírito, impossível de ser expressado em palavras". "Aos 24 anos de idade, segurei minha filha nos braços pela primeira vez. Foi uma mistura explosiva de emoções. Quem já passou por isso entende exatamente o que estou dizendo. O tempo passa rápido, e me minha Marthinha virou menina, saiu de casa muito cedo para trabalhar, e nunca mais parou.", diz em outro trecho.
"Hoje, no Dia Internacional da Mulher (acredito que todos os dias do ano deveriam ser de comemoração por elas), gostaria de deixar registrado o apoio incondicional à minha querida e amada filha, e dizer que as lágrimas derramadas pela injustiça, ódio e violência sistêmica que vem sofrendo, irão regar as flores mais bonitas da terra. Te amo filha”, finalizou o empresário.
Ainda neste domingo, a defesa da modelo e influenciadora afirmou em nota que estuda ir à Justiça contra a exposição em diversos perfis de redes sociais de mensagens íntimas trocadas com o banqueiro. A informação foi divulgada pela jornalista Andréia Sadi.
"Sra. Martha Graeff, através de seu advogado, informa que resta consternada em face da grave violência que vem sofrendo, considerando a exposição manifestamente ilegal e impressionantemente inútil de mensagens fragmentadas trocadas no sagrado ambiente restrito da intimidade de casal", diz a nota assinada pelo advogado Lúcio de Constantino.
"Na realidade, tal difusão serve mais à desregrada vilipendiação da esfera privada feminina, que no contexto brasileiro ainda é tema que merece prudente atenção, não havendo falar em recreação com devassamento da vida privada de uma mulher", diz a nota.