Felicidade, parte dois

Já escrevi um texto sobre o assunto e hoje bateu a vontade de tocar mais uma vez nesse tema tão importante na vida do ser humano

Para muitos, a felicidade é um estado de bem-estar interior, um momento de comunhão com coisas boas, que nasce quando existe equilíbrio entre o que você sente, o que vive e o que valoriza. Estar feliz independe de ser rico ou pobre, bonito ou feio, preto ou branco, alto ou baixo, gordo ou magro.
A felicidade se faz presente quando você está em paz com a sua consciência, com saúde, em harmonia com a família e cercado de pessoas amigas. No meu caso específico, soma-se a tudo isso o contato com a natureza e o meio ambiente.
No início da minha trajetória de vida, eu colocava a felicidade como um conjunto de conquistas e realizações pessoais. Hoje, percebo que a felicidade não se compra, não tem preço. Digo isso porque conheço pessoas ricas que se empanturram de drogas lícitas e ilícitas na tentativa de encontrar essa tal felicidade. Alguns convivem, de forma silenciosa, com a doença do século XXI: a depressão.
Como bom cristão, condiciono a minha felicidade à minha relação com Deus, ao convívio com a minha família (filhos, esposa, netos e outros parentes), aos amigos, a uma boa dose diária de treinos na academia, às corridas pelo menos três vezes por semana e às minhas intermináveis caminhadas e trilhas pela zona rural. Tudo isso aliado a uma pitada de trabalho, para garantir o sustento e pagar as contas.
Precisei passar dos 50 anos para descobrir que a felicidade não se compra, pois ela não tem preço fixo. E que um dos grandes vilões da felicidade é não saber administrar o próprio tempo, deixando sempre para amanhã o que pode ser feito hoje.
Por isso, aprendi a reservar meu tempo de lazer e a cultivar a minha felicidade, fazendo o que gosto, ao lado de quem eu gosto.

Arnold Coelho
Seja feliz sempre.
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