Brasil registra 37 mil casos de Covid e chega a 33,9 milhões de infecções

Por Folhapress

Foto: Fusion Medical Animation/Unsplash

O Brasil registrou 273 mortes por Covid e 37.038 casos da doença, na quarta-feira (3). Com isso, o país chegou a 679.336 vidas perdidas e a 33.927.328 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.
A média móvel de mortes agora é de 209 óbitos por dia e permanece em estabilidade (sem variações superiores a 15% em relação a duas semanas antes), o que vem ocorrendo desde 18 de julho.
Já a média móvel de casos está em queda desde 22 de julho e agora é de 31.466 infecções por dia, redução de 40% em relação ao dado de duas semanas atrás.
Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.
Ao todo, 179.959.368 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 169.165.894 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.
Assim, o país já tem 83,77% da população com a 1ª dose e 78,74% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.

Até o momento, 101.245.223 pessoas já tomaram a terceira dose e 22.571.039 a quarta.

O consórcio reúne também o registro das doses de vacinas aplicadas em crianças. Com a ampliação da faixa etária que pode receber a vacina contra a Covid, o consórcio agora apresenta a população de 3 a 11 anos imunizada. Nessa faixa, a fatia parcialmente imunizada (com somente a primeira dose de vacina recebida) é de 50,75% e a que recebeu a segunda dose é de 32,66%.
Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.
A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.
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