Acusado de ser o mandante de homicídio, ex-presidente do Atlético-GO tem júri popular adiado

O júri popular referente ao crime de homicídio cometido em 2012 contra o jornalista Valério Luiz onde um dos acusados é o ex-presidente do Atlético-GO, Maurício Sampaio, não aconteceu na manhã desta segunda-feira (14). Por conta da mudança de última hora na equipe de defesa do hoje Vice-Presidente do Conselho de Administração, houve um novo adiamento para o dia 2 de maio.
Além de Maurício, outras quatro pessoas são acusadas de participação na morte do radialista que trabalhava na Rádio Jornal 820: Ademá Figueiredo, Djalma da Silva, Marcus Xavier e Urbano Malta. Valério, que era torcedor do Atlético, saia do rádio no dia do crime quando seu veículo foi atingido por diversos disparos vindos de ocupantes de uma motocicleta.
Enquanto o ex-presidente do clube teria sido o mandante do crime por conta das críticas feitas a gestão do Atlético-GO, Urbano teria participado da premeditação com Ademá e Djalma sendo os supostos autores e responsáveis também pelas tentativas de interferirem nas investigações, já que tanto Ademá como Djalma eram integrantes da Polícia Militar de Goiás.
No caso de Marcus, ele chegou a dar uma primeira versão do depoimento se colocando como o executor de Luiz Válerio. Porém, na oportunidade mais recente em que foi ouvido pelas autoridades, ele alegou que apenas emprestou a moto e o capacete para os verdadeiros autores.
Essa é a terceira oportunidade que o júri popular sofre uma alteração de data, sendo as duas outras modificações justificadas pelo estouro da pandemia de Covid-19 (na primeira vez) e, na segunda, pela necessidade de trocar o juiz responsável.
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