Pressão sobre Bolsonaro: servidores organizam ato no STF e assembleia; 5 mil podem parar


Paulo Guedes tomou posse no Ministério da Economia em janeiro de 2019 e segue como condutor da agenda de arrochos promovida pela gestão Bolsonaro - Arquivo/Agência Brasil
Com o orçamento público de 2022 prestes a ser sancionado, a gestão Bolsonaro segue no alvo do funcionalismo federal, que mantém as mobilizações por recomposição salarial. Após a paralisação ocorrida na última terça-feira (18), as entidades do setor costuram os próximos capítulos da disputa, que tem ajudado a desgastar ainda mais as imagens do presidente da República e do ministro da Economia, Paulo Guedes.
O Sindicato Nacional dos Auditores e Técnicos Federais de Finanças e Controle (Unacon Sindical), por exemplo, agendou uma assembleia virtual para o próximo dia 27 e prevê a participação de 5.000 servidores.
A categoria reúne trabalhadores do Tesouro Nacional e da Controladoria-Geral da União (CGU). Também está em fase de articulação um ato a ser realizado no começo de fevereiro em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília (DF), onde os servidores deverão cobrar isonomia do governo, ou seja, que todos sejam tratados da mesma forma, sem privilégios para algumas categorias. Leia mais...
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