Chegada de Nilo para base de Neto depende de 'harmonização entre partidos e nomes'

Por Mauricio Leiro

Foto: Divulgação

Com as malas semiprontas para desembarcar do grupo liderado pelo governador Rui Costa (PT), o deputado federal Marcelo Nilo (PSB) terá que "harmonizar partidos e nomes" antes de aterrissar na base de ACM Neto (DEM/UB). Interlocutores ligados ao ex-prefeito de Salvador confirmaram que esse será o principal desafio de Neto.
A negociação, que segue se desenvolvendo sob a batuta de Neto, seria uma "boa solução" para a vaga na majoritária. Apesar disso, um dos entraves é a divisão do grupo liderado por Neto que segue com opiniões divergentes sobre a chegada de Nilo. "Temos muitas conversas previstas para essa e para as próximas semanas", apontou uma liderança política próxima a Neto.
A chegada de Nilo começou a tomar forma após mais uma postagem nas redes sociais. O socialista jantou com o ex-deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB), na segunda-feira (10). Os dois fizeram questão de registrar (relembre aqui). Anteriormente, Nilo admitiu que teve um encontro recente com o ex-prefeito de Salvador, mas garantiu que não recebeu nenhum convite no sentido de compor a chapa majoritária com ACM Neto (veja mais).
A insatisfação do deputado com o grupo de Rui não é antiga. Integrante da base aliada, o deputado federal Marcelo Nilo (PSB) não concorda com o tripé PT - PP - PSD, que desde a eleição de 2014 vem sendo privilegiado na formação de chapa majoritária nas eleições e no governo. Segundo Nilo, a tendência é de que em 2022 os mesmos partidos estejam na disputa pelo governo e Senado na Bahia. Para o deputado, essa centralização em três siglas não é justa (reveja aqui).

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