AMB e Amab vão ao CNJ em caso de impugnação de candidatura de Marcia Borges


Foto: Nei Pinto

Diante dos pedidos de impugnação da candidatura da desembargadora Márcia Borges para a Mesa Diretora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) (veja aqui), a Associação dos Magistrados da Bahia (Amab) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) entraram com pedidos de providências na Justiça se colocando como "partes interessadas".
No documento da AMB, a entidade destaca que representa os interesses de mais de 14 mil juízes de todo o país e é a maior entidade da magistratura nacional, nas esferas estadual, trabalhista, federal e militar, contando atualmente com 34 associações de magistrados vinculadas – 27 estaduais, cinco trabalhistas e dois militares, além dos magistrados federais. A AMB requereu então a admissão e inclusão na condição de parte interessada.
"Dessa forma e considerando o papel da AMB de vetor na defesa de direitos e prerrogativas da magistratura nacional, é manifestamente legítimo seu ingresso como interessada nos autos deste processo", traz o documento.
A Amab, por sua vez, requereu a habilitação nos autos na condição de terceira interessada.
A associação sinaliza que foi instada pela magistrada a integrar a lide, de modo que, após análise do procedimento, e à luz do estatuto e dos propósitos institucionais, a Amab considera que a lide, caso acolhida pelo CNJ, pode afetar prerrogativas de toda a magistratura, "fundamento que mais do que justifica seu ingresso nos autos", argumentou.

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