Com prazo para reformas perto do fim, prestígio de Guedes encolhe


O ministro da Economia, Paulo Guedes, declara desde o primeiro dia do governo de Jair Bolsonaro que seu objetivo no posto é criar um ambiente de negócios mais amigável e deixar como legado uma economia vibrante e menos dependente dos investimentos do governo federal. Para isso são cruciais alguns alicerces, entre eles as reformas tributária, administrativa e da Previdência. Das três, apenas a última foi alcançada ainda no primeiro ano de gestão, pois já vinha encaminhada pelo governo anterior, de Michel Temer. Ao tentar avançar nas etapas seguintes, o plano travou. Desde então, os dois pilares remanescentes parecem estar em pauta mais para manter vivas as grandes ambições do Ministério da Economia do que pela possibilidade de serem aprovados de fato no Congresso. A informação é da revista “Veja”.
O próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, tem indicado interesse menor por essas reformas do que por manter um ambiente de contínua turbulência com seus ataques aos outros poderes e a incitação de seus seguidores mais radicais. Se o apoio de Bolsonaro é ralo, as más escolhas da pasta da Economia também pouco têm ajudado. Por quase dois anos, a rotina vem sendo priorizar uma reforma em detrimento da outra, trombar com dificuldades, demorar para reconhecer os problemas e, em vez de enfrentá-los, desistir do plano e passar para outra reforma. E, então, o processo se reinicia. Leia a reportagem completa.

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