Visto como capacho, Braga Netto deu tiro no pé e vai aumentar união contra voto impresso, avaliam políticos


Plenário da Câmara

Na avaliação de integrantes do centrão, do STF e mesmo de auxiliares de Bolsonaro, a nota em que o ministro da Defesa Walter Braga Netto nega ameaças golpistas o expôs ainda mais e foi tiro no pé: partidos garantem que o apoio que tinham para derrotar o voto impresso ganhou solidez e suporte popular.
A atuação de Braga Netto na Defesa tem sido classificada como péssima por esses três grupos. O general tem agido de forma muito subserviente ao presidente, e alguns usam o termo “capacho” para se referir a ele.
Na conta de presidentes de legendas ouvidos pelo Painel, há 22 votos para derrotar a proposta da PEC do voto impresso na comissão especial da Câmara logo após o recesso parlamentar, no começo de agosto —18 já seriam suficientes para impedir a continuação da ideia.
Até o presidente em exercício do Patriota, Ovasco Resende, partido ao qual o senador Flávio Bolsonaro (RJ) está filiado, diz que “em um mundo em que todas as interações, desde sociais até profissionais, se dão cada vez mais por sistemas eletrônicos, é um retrocesso falar em voto impresso.”


Painel/Folhapress

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