Apreensões de maconha nas estradas federais que cortam o estado crescem 52% no 1º semestre


Nos seis primeiros meses deste ano, foi registrado um aumento de 52% no número de maconha apreendida nas estradas federais que cortam o estado, em comparação com o mesmo período do ano passado. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (9), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Bahia.
No mesmo período, foram registradas 62 ocorrências relacionadas ao tráfico de drogas, com 81 pessoas foram presas. De acordo com a PRF, entre janeiro e junho deste ano, 5,3 toneladas de maconha foram apreendidas, contra 3,5 toneladas aos seis primeiros meses de 2020.
Uma das apreensões aconteceu no dia 11 de junho, em Feira de Santana. Um homem foi preso após ser flagrado com 20,6 Kg de maconha escondidos dentro de um cilindro de gás do carro que dirigia. Em outra ação, uma perseguição policial na BR-324 terminou com mais de 267 quilos de maconha apreendidos em um carro, na Estrada do Coco, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador.
Foi registrado também aumento nas apreensões de anfetaminas. Segundo a PRF, 2.913 unidades foram apreendidas. Os dados apontam um acréscimo de 288% em relação ao mesmo período de 2020, quando foram apreendidos 751 comprimidos.
A PRF informou que as substâncias conhecidas por “rebite” são utilizadas pelos motoristas para diminuir o sono e dirigir por mais tempo na estrada, conduta perigosa que pode ocasionar acidentes graves.
Outro tipo de droga apreendida nas estradas federais foi cocaína, com 302 quilos retirados de circulação. Na maioria dos casos, a droga foi encontrada em forma de pasta base ou cloridrato de cocaína, que, em razão do grau de pureza, tem um valor mais alto.
A PRF informou ainda que houve apreensão de 2.440 comprimidos de ecstasy;111 quilos de crack; 4,2 quilos de haxixe, e 4,5 quilos de skunk, conhecida como a “supermaconha” que é uma droga produzida em laboratório feita através de vários cruzamentos de tipos de maconha e seus efeitos podem ser cerca de sete vezes mais fortes do que os da maconha comum.

Bahia Extra

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