Narrador esportivo Paulo Stein será cremado no Caju na tarde deste domingo

Morreu na manhã de hoje, no Rio de Janeiro, o jornalista e locutor esportivo Paulo Stein. Ele tinha 73 anos e não resistiu a complicações da covid-19. A informação foi confirmada por familiares.
Stein apresentou sintomas do novo coronavírus na quarta-feira (24), quando procurou o Hospital Rocha Maia, em Botafogo. No dia seguinte, foi transferido para o Hospital Estadual Anchieta, no Caju.
O jornalista receberia ontem a primeira dose da vacina contra a covid-19. No entanto, morreu na manhã de hoje, às 8h34, em decorrência da doença.
De acordo com familiares, o corpo de Paulo Stein será cremado, atendendo a um pedido pessoal.
Em nota, a Acerj (Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro) lamentou o falecimento.
“A Acerj lamenta informar que morreu no sábado, dia 27, o jornalista Paulo Stein, 73 anos, por complicações da covid-19, no hospital Anchieta, no Caju. Referência do jornalismo esportivo, Paulo Stein será cremado no Caju na tarde deste domingo, na presença apenas da família”, comunicou a entidade.

A trajetória de Paulo Stein

Uma sociedade que se respeita não consegue olhar para frente sem olhar para trás, por meio das pessoas que têm experiências, vivências e uma trajetória digna.
Com mais de 50 anos de trajetória no jornalismo esportivo, o carioca Paulo Stein começou a carreira em jornais impressos, trabalhando no Jornal dos Sports e n’O Estado de S. Paulo entre 1968 e 1978. Escreveu também para diversas revistas, como Placar e Manchete Esportiva.
Na década de 1970, migrou para as rádios, atuando com os microfones de Tupi e Nacional entre 1971 e 1981. Posteriormente, passou a trabalhar na TV, com passagens por Bandeirantes, Rede Manchete (destacando-se também na cobertura do Carnaval carioca), Record e TVE Brasil.
Entre 2008 e 2010, fez parte da equipe dos canais ESPN. Depois, entre 2011 e 2019, esteve no SporTV e no Premiere, canais esportivos do Grupo Globo.
Em uma entrevista recente Paulo Stein afirmou ter saído da Rede Globo porque a emissora não tolerava apresentadores obesos. O jornalista também citou os momentos na Rede Manchete, onde marcou época nas transmissões dos desfiles de carnaval e dos jogos de futebol. A presença de Paulo Stein no rádio e na TV marcou uma geração.

*Com informações do Uol.
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Melhor Site de Notícias da Bahia. Direção Erasmo Barbosa.

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